Imagine um professor que domina todas as ferramentas digitais: cria apresentações impecáveis, gerencia turmas online com maestria, utiliza plataformas de colaboração sem hesitação. Ele se considera “alfabetizado digitalmente”. No entanto, ao se deparar com um aluno apresentando um trabalho gerado por Inteligência Artificial (IA), ou ao tentar usar um chatbot para planejar uma aula, ele se sente perdido, incapaz de avaliar a qualidade, identificar vieses ou sequer formular um prompt eficaz. Essa lacuna revela uma verdade incômoda: as competências digitais que nos serviram bem por décadas já não são suficientes. A ascensão vertiginosa da Inteligência Artificial exige uma nova forma de interação com a tecnologia, um novo nível de compreensão e, acima de tudo, um novo tipo de letramento. Não basta mais saber “usar” a ferramenta; é preciso saber “dialogar” com ela, “questioná-la” e “co-criar” de forma ética e crítica. Estamos testemunhando uma ruptura, uma evolução necessária que nos leva
Continue lendo este conteúdo exclusivo
Cadastre-se gratuitamente para acessar este artigo completo e todos os outros conteúdos exclusivos da nossa área de membros.
Totalmente Gratuito
Sem custos escondidos
Acesso Instantâneo
Leva apenas 30 segundos
Conteúdo Exclusivo
Material de qualidade
Seus dados estão seguros. Não compartilhamos informações com terceiros.