Imagine a cena: Ana, gerente de RH de uma promissora startup de tecnologia, está revisando os resultados da última rodada de triagem de currículos. Ela implementou um sistema de IA de ponta, prometendo otimizar o processo e encontrar os melhores talentos. No entanto, ao analisar os dados, Ana percebe um padrão preocupante: o sistema está sistematicamente rejeitando candidatas mulheres altamente qualificadas para posições de engenharia e desenvolvimento, mesmo com currículos impecáveis. O que está acontecendo? E, mais importante, como ela pode garantir que a tecnologia, que deveria ser uma aliada, não se torne um obstáculo para a diversidade e a excelência? Este cenário, infelizmente, não é ficção. Ele levanta uma questão central para o RH na era da Inteligência Artificial: como os profissionais de Recursos Humanos devem usar a IA de forma ética e eficaz em seu próprio trabalho, ao mesmo tempo em que selecionam talentos que sejam, eles próprios,
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