Imagine a cena: você, professor(a) de matemática, está planejando sua próxima aula sobre geometria. Em vez de passar horas buscando exercícios e exemplos, você abre uma ferramenta de Inteligência Artificial, como o ChatGPT, e digita um prompt simples: “Crie cinco problemas de geometria para o 7º ano, focando em área e perímetro de figuras planas, com um desafio extra.” Em segundos, a tela se preenche com problemas bem formulados, com diferentes níveis de dificuldade e até as respostas. Você fica maravilhado(a) com a eficiência e a qualidade do resultado. Essa experiência, que há poucos anos parecia ficção científica, hoje é parte do cotidiano de muitos educadores. Mas, em meio a essa revolução, surge uma pergunta fundamental: “Como isso realmente funciona?” Entender o funcionamento dos modelos de linguagem não é apenas uma curiosidade técnica; é um componente crítico da alfabetização em IA, essencial para que possamos usar essas ferramentas de forma
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